Filha de Marielle denuncia racismo em grupo da PUC-Rio
Luyara Franco, filha da vereadora Marielle Franco, denunciou ofensas racistas em um grupo da PUC-Rio. A universidade iniciou uma investigação interna para apurar os fatos.
Sofía Martínez · 1 de novembro de 2026 · 4 min

A luta pela memória de Marielle Franco, vereadora assassinada em 2018, continua viva, especialmente nas redes sociais, onde sua filha, Luyara Franco, fez uma forte denúncia sobre ofensas racistas direcionadas à sua mãe em um grupo de WhatsApp da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).
Luyara publicou uma mensagem clamando por respeito e uma investigação rigorosa sobre o ocorrido. "Mais uma vez, atacam a memória da minha mãe com o ódio e o racismo. Dói, revolta, mas não vai nos silenciar. Racismo é crime! Exigimos respeito, apuração e posicionamento da PUC-Rio", afirmou.
A vereadora Marielle, reconhecida por sua trajetória de luta e defesa dos direitos humanos, foi alvo de comentários racistas, incluindo o uso do termo pejorativo "macaca" e questionamentos sobre como ela teria conseguido pagar a faculdade. Luyara destacou a importância da trajetória de sua mãe, uma mulher negra que desafiou as barreiras e se destacou na universidade.
"Estamos falando de uma mulher negra que, com muito trabalho e compromisso, construiu sua trajetória. Mesmo após sua morte, Marielle continua sendo alvo de racismo", declarou Luyara. A Constituição Brasileira considera o racismo um crime inafiançável e imprescritível, com penas severas para os culpados.
A PUC-Rio, em resposta à denúncia de Luyara, confirmou que recebeu queixas através de sua Ouvidoria e informou que uma investigação interna foi aberta. A universidade expressou sua posição de repúdio a atos discriminatórios e reafirmou seu compromisso com a promoção de uma educação antirracista.
Recentemente, Marielle também foi alvo de ofensas durante um ato em frente à PUC-Rio, onde apoiadores de um candidato presidenciais fizeram comentários desrespeitosos sobre seu assassinato. Esses episódios ressaltam a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre o racismo enraizado na sociedade brasileira.
O assassinato de Marielle Franco, que ocorreu em março de 2018, ainda repercute, e os culpados, ex-policiais militares, foram condenados recentemente. Essa luta pela justiça e pela memória de Marielle é vital para que sua história e combate à desigualdade racial não sejam esquecidos.
Por que isso importa
A PUC-Rio afirmou que abriu uma investigação interna após receber denúncias e rechaçou atos discriminatórios.
O que vem a seguir
Marielle Franco foi assassinada em 2018, e o caso continua sendo investigado, com os culpados já condenados.
Qual foi a denúncia feita por Luyara Franco?
Luyara Franco denunciou ofensas racistas contra sua mãe, Marielle Franco, em um grupo de WhatsApp da PUC-Rio.
Como a PUC-Rio respondeu à denúncia?
A PUC-Rio afirmou que abriu uma investigação interna após receber denúncias e rechaçou atos discriminatórios.
O que aconteceu com Marielle Franco?
Marielle Franco foi assassinada em 2018, e o caso continua sendo investigado, com os culpados já condenados.
A luta pela memória de Marielle Franco, vereadora assassinada em 2018, continua viva, especialmente nas redes sociais, onde sua filha, Luyara Franco, fez uma forte denúncia sobre ofensas racistas direcionadas à sua mãe em um grupo de WhatsApp da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). No contexto brasileiro, Marielle Franco permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável. No contexto brasileiro, Marielle Franco permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático
Luyara Franco, filha da vereadora Marielle Franco, denunciou ofensas racistas em um grupo da PUC-Rio. A universidade iniciou uma investigação interna para apurar os fatos. No contexto brasileiro, Marielle Franco permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável. No contexto brasileiro, Marielle Franco permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra
No Brasil, Cerimônia entram nesta cobertura.

