Cinema Brasileiro: O Fantástico Amor de Gilberto e Jacira
O novo filme de André Novais Oliveira explora a relação entre o cotidiano e o fantástico, abordando o amor e a passagem do tempo através da história de um casal que vive há cinco décadas juntos.
Nieves Gómez · 30 de outubro de 2026 · 5 min

O Encontro do Cotidiano com o Fantástico
O novo longa-metragem de André Novais Oliveira, intitulado 'Se Eu Fosse Vivo… Vivia', estreia na 50ª Mostra de Cinema de São Paulo e traz à tona a relação entre o cotidiano e o fantástico. O filme acompanha a vida de Gilberto (Norberto Novais Oliveira) e Jacira (Conceição Evaristo), um casal que vive junto há cinco décadas. Ao longo da trama, o diretor mergulha em elementos de ficção científica e misticismo, transformando o que era uma narrativa de amor comum em uma experiência sensorial rica e complexa.
André Novais, conhecido por seu estilo que mescla naturalismo e elementos inesperados, explora a juventude do casal em um prólogo que evoca nostalgia e sensibilidade. A estética escolhida, marcada por uma textura granulada e referências aos anos 1970, faz com que o espectador sinta a atmosfera da época. A música e os bailes que compõem o ambiente ressaltam a construção de um amor que se inicia e que, ao longo do filme, se revela em suas distintas fases.
A Transição do Tempo e a Magia da Memória
À medida que a narrativa avança, a passagem do tempo é não apenas uma mudança cronológica, mas uma transição mágica que conecta os jovens apaixonados ao casal maduro que vemos no presente. A habilidade do diretor em criar uma ponte entre essas duas realidades é um dos pontos altos do longa, que questiona se o amor verdadeiro pode resistir ao tempo e suas mudanças. O filme nos faz refletir sobre como os sentimentos permanecem, mesmo que as circunstâncias se alterem.
A química entre os protagonistas é palpável, e a naturalidade nas atuações de Norberto e Conceição traz autenticidade ao relacionamento deles. O humor surge de maneira sutil nos diálogos, proporcionando alívio e leveza, mesmo diante de discussões cotidianas. Essa abordagem realista enriquece a narrativa, mostrando que a vida a dois é feita de pequenos momentos e interações que, somadas, constroem uma relação sólida.
Por que isso importa
A obra de André Novais Oliveira, ao entrelaçar o cotidiano e o fantástico, propõe uma nova forma de contar histórias. A capacidade de transformar uma narrativa aparentemente simples em uma reflexão profunda sobre amor, passagem do tempo e ausência é o que torna 'Se Eu Fosse Vivo… Vivia' uma peça essencial do cinema contemporâneo brasileiro. O filme não apenas entretém, mas também instiga discussões sobre a vida e as relações humanas, o que é fundamental em um contexto cinematográfico cada vez mais diversificado.
O que vem a seguir
Com a recepção positiva na Mostra de Cinema, 'Se Eu Fosse Vivo… Vivia' promete gerar conversas sobre suas temáticas e a maneira como aborda o amor sob uma nova perspectiva. A ousadia do diretor em explorar o fantástico pode abrir portas para futuras produções que também queiram experimentar essa fusão de gêneros. O filme se destaca não apenas como uma história de amor, mas como uma reflexão profunda sobre a existência e a memória coletiva.
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Qual é o tema central do filme 'Se Eu Fosse Vivo… Vivia'?
O filme explora a relação entre o cotidiano e o fantástico, abordando o amor e a passagem do tempo.
Quem são os protagonistas do longa-metragem?
Os protagonistas são Gilberto, interpretado por Norberto Novais Oliveira, e Jacira, interpretada por Conceição Evaristo.
Quando e onde o filme foi exibido pela primeira vez?
O filme foi exibido pela primeira vez na 50ª Mostra de Cinema de São Paulo.
O novo longa-metragem de André Novais Oliveira, intitulado 'Se Eu Fosse Vivo… Vivia', estreia na 50ª Mostra de Cinema de São Paulo e traz à tona a relação entre o cotidiano e o fantástico. O filme acompanha a vida de Gilberto (Norberto Novais Oliveira) e Jacira (Conceição Evaristo), um casal que vive junto há cinco décadas. Ao longo da trama, o diretor mergulha em elementos de ficção científica e misticismo, transformando o que era uma narrativa de amor comum em uma experiência sensorial rica e complexa. No contexto brasileiro, André Novais Oliveira permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.
O novo filme de André Novais Oliveira explora a relação entre o cotidiano e o fantástico, abordando o amor e a passagem do tempo através da história de um casal que vive há cinco décadas juntos. No contexto brasileiro, André Novais Oliveira permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável. No contexto brasileiro, André Novais Oliveira permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar
no Brasil, Memória entram nesta cobertura.
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